segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Quando Psiqué sai a passear

Meu tempo é meu farol
e meu amor,
meu guia.
Então vou navegando,
adentrando nesse mar,
sendo o motriz das ondas;

Sob o Sol que já está indo
e me deixando,
e me deixando,
e me deixando...

Hei de reconhecer
que solidão não cura com aspirina.

4 comentários:

Rômulo Pacheco disse...

dito e certo! ótimo poema para ser musicado!

MellinaL. disse...

concordo com Rômulo; concordo com você; concordo com Baleiro.

Mary disse...

Muito boas suas poesias! Já tinha visto seu blog antes, quando eu tinha o meu antigo que também trazia poesias (Súbitos Suspiros). Resolvi deletar o dito cujo e tô com outro agora, (Badulaques), que fala de tudo um pouco. Quem sabe você não poderia escolher uma poesia que gostasse pra que eu pudesse postar lá no meu blog? Ia ser super bacana.

:)

Fica a sugestão.

Até!

Clarissa Santos. disse...

'Meu amor, minha flor, minha menina..' belíssima poesia x) Não aguento entrar aqui e ficar lendo esses textos maravilhosos loucamente :] muito muito bom x)

:*